quarta-feira, 6 de novembro de 2019

A Libra não foi pensada para se espalhar tão rápido como o Facebook', diz Kevin Weil

Kevin Weil, vice-presidente de produto da Calibra, durante o Web Summit 2019 (Foto: David FitzgeraldWeb Summit)

Pode parecer difícil de acreditar, mas o Facebook não tem pressa quando o assunto é a Libra, sua criptomoeda. Depois de enfrentar os meses mais difíceis de sua jornada desde o anúncio da novidade em junho, a empresa alega ser paciente quanto aos desafios - só em outubro, PayPal, eBay, Visa, Mastercard e Stripe abandonaram projeto. Para discutir o tema e tentar dar mais clareza sobre o produto, Kevin Weil, vice-presidente da Calibra, subiu aos palcos do Web Summit, evento de inovação que acontece em Lisboa.
De acordo com o executivo, a criptomoeda não foi pensada para se espalhar tão rápido como o Facebook. “É um projeto de anos, décadas”, diz o vice-presidente. A Libra nasce, segundo Weil, com um propósito simples: fazer pelo dinheiro o que a internet fez pela informação. “Antes, cobrava-se pelo envio de uma mensagem de texto e por ligações para outros países. Hoje, podemos enviar arquivos enormes em segundos. Por que não podemos fazer transações como enviamos mensagens no WhatsApp?”, pergunta.
Questionado sobre a escolha de 2019 para o anúncio por Tim Bradshaw, jornalista do Financial times responsável pela mediação do painel, Weil cita um ditado: “O melhor momento para plantar uma árvore é dez anos atrás. O segundo melhor momento é agora. A ferramenta [criptomoeda] evoluiu, ficou escalável.”
Sobre o produto em si, o vice-presidente deu algumas dicas do que deve chegar ao mercado em 2020. A ideia é que dois produtos sejam lançados ao mesmo tempo: a Libra, criptomoeda que operará em qualquer tipo de carteira virtual; e a Calibra, uma opção interna de carteira virtual para a Libra. Quem não quiser adotar a carteira própria da empresa, não precisa. “Nós precisamos reconhecer: há pessoas no mundo que não confiam em um sistema financeiro criado pelo Facebook. E isso é ok”, diz.
Uma comparação que faz da moeda é com o e-mail. “Não importa o navegador ou que tipo de e-mail está usando, ele pode ser compartilhado com qualquer um.” Num primeiro momento, a novidade estará disponível nos aplicativos de trocas de mensagens do Facebook Messenger e do WhatsApp. O plano é que chegue ao Instagram num futuro próximo.
Mesmo assim, a empresa insiste em não ter pressa. “Não vamos fazer nada sem apoio de órgãos reguladores e bancos centrais. Sabemos que é um processo longo”, diz. Anunciar o projeto antes do produto foi parte dessa perspectiva. “Queríamos construir juntos antes de lançar qualquer coisa.”
Questionado sobre as saídas de algumas empresas da Libra Association, organização criada para governança da criptomoeda, Weil rebate. “Toda inovação lançada nos últimos 100 anos, do cinema à bicicleta, passou por retrocessos. Se olharmos 18 meses atrás, isso era uma ideia. Hoje, é um protótipo no meu celular. O que precisamos nos certificar é está sendo feito da melhor forma. Estamos fazendo progresso e estou entusiasmado com que está por vir.”

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Como funcionará a Libra, a criptomoeda do Facebook

Foto: REUTERS/Erin Scott

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, foi quase que sabatinado por legisladores nesta semana por causa da Libra - o projeto de criptomoeda da empresa. A iniciativa chamou bastante atenção de reguladores e congressistas do mundo todo. Mas, o que é a Libra e como ela funciona?
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Entre muitos outros assuntos abordados, Zuckerberg fez questão de se referir à Libra como um sistema de pagamento e não uma moeda.
Como explicado pelo Facebook no artigo técnico do projeto em junho, o objetivo da Libra é ser uma forma de transferir dinheiro instantaneamente, com menos taxas, para pessoas de qualquer lugar do mundo. Atualmente, uma transferência para o exterior (por meio do sistema interbancário SWIFT ou de serviços como o Western Union) pode levar dias. Além disso, esses processos normalmente são muito caros.
Com a Libra, um usuário do Facebook deverá se registrar para ter uma carteira digital da “Calibra” (subsidiária do Facebook) e poderá enviar unidades da Libra à carteira Calibra de outro usuário. Como essa transação não envolve bancos, a transferência acontecerá instantaneamente na blockchain do Facebook. Não existe a demora de esperar pelas transações de débito e crédito dos bancos.
Mas o que faz da Libra uma inovação em relação ao Bitcoin e outras criptomoedas é a parceria com um consórcio de empresas, como Lyft, Uber, Spotify e Vodafone para contribuir para o desenvolvimento e uso dessa blockchain.
Por exemplo, em vez de ter que converter a Libra em moeda local para chamar um Uber ou pagar a conta mensal da Vodafone, os usuários podem pagar diretamente com as unidades da Libra. Em tese, isso reduziria drasticamente os custos do câmbio de moedas.
No entanto, muitas empresas abandonaram o projeto, como Booking Holdings, Mercado Pago, PayPal, eBay, MasterCard, além da Visa e Stripe. David Marcus, o diretor da subsidiária do Facebook à frente do desenvolvimento da Libra, contou ao Yahoo Finanças que os membros não fundadores da Libra também poderão usar a moeda assim que o projeto for lançado.

Preocupações com a Libra

O êxodo de empresas é só mais um dos problemas que o projeto enfrenta.
Órgãos reguladores já manifestaram preocupação com a estabilidade financeira da iniciativa. O Facebook tem 2,7 bilhões de usuários, e se uma boa parte deles decidir usar carteiras Calibra como um banco de fato, existem preocupações de que essa blockchain se torne grande o suficiente para representar o que os especialistas chamam de risco “sistêmico” ao sistema financeiro. O presidente do Banco Central dos EUA, Jerome Powell, levou essa preocupação ao Congresso.
O Facebook tem conhecimento desse risco.
“Precisamos considerar a possibilidade de a Libra criar um risco sistêmico e buscar um modelo operacional que evite isso”, afirmou Marcus ao Yahoo Finanças.
A Libra também utiliza um modo de operação com “pseudônimos”, no qual as carteiras Calibra são atreladas a endereços não vinculados à identidade real do titular. Esse fato gera preocupações sobre como as autoridades poderão rastrear as movimentações financeiras caso a Libra seja usada para atividades ilícitas.
Além disso, existe a questão da privacidade. O Facebook foi multado em US$ 5 bilhões pela FTC (Comissão Federal de Comércio dos EUA) por problemas de privacidade no início deste ano. Embora a empresa insista que sua subsidiária, a Calibra, tratará do projeto em separado, os parlamentares foram incisivos com Zuckerberg para que ele garantisse a segurança dos usuários.
O lançamento da Libra está previsto para o primeiro semestre de 2020. Porém, Zuckerberg disse no Congresso ainda esta semana que o lançamento aguardará o sinal verde dos reguladores americanos.

domingo, 3 de novembro de 2019

Criptomoeda Libra do Facebook é vilã ou a redenção de Mark Zuckerberg?

Diretor do Facebook diz que se Libra falhar China pode religar o mundo com sua moeda digital

Na quarta-feira (23) Mark Zuckerberg falou sobre o Libra frente ao House Financial Services Committee, comitê do congresso norte-americano responsável, entre outras funções, por legislar sobre serviços financeiros. O seu discurso foi publicado de antemão e está disponível aqui.
Dentre os diversos argumentos pró-Libra — inclusão financeira, eficiência, segurança, entre outros — o que mais me chama a atenção é aquele que explica que a China está correndo para ter sua própria criptomoeda e, com isso, ampliando sua força geopolítica, sendo o Libra uma potencial resposta à altura.
Apesar de todas as críticas que possamos ter ao Facebook, eu acredito que Mark Zuckerberg não poderia ter sido mais brilhante em seu posicionamento.
Quem hoje conseguiria fazer frente à China, senão a maior rede social ocidental do mundo com 2,4 bilhões de usuários, que, em uma virada de chave, poderia prover às autoridades norte-americanas não apenas dados sobre hábitos e ações dos indivíduos, mas também dados, acessos e influência sobre suas ações financeiras, provendo-lhes assim mais poder?
Na China, o caminho parece mais direto, considerando a relação do Estado e do Governo com as empresas e com a população em geral, que é mais simbiótico e impositivo.
Por isso, a mensagem de Zuckerberg, de que o projeto chinês pode se concretizar em meses, não me surpreende.
No ocidente, contudo, o caminho tende a ser mais sinuoso. Como bem lembrado por Zuckerberg, a história recente do Facebook o afasta do papel de herói. Ela o coloca entre consumidores e a mídia em uma posição mais próxima a um vilão da privacidade e da segurança das pessoas.
O que talvez estivesse mais implícito e com o passar do tempo vai se tornando mais relevante, é como esta realidade de influência via dados (agora, somando-se dados financeiros) poderia ser relevante em temas geopolíticos em escala global.
Por isso, os debates e decisões em torno do Libra terão cada vez mais peso nos rumos da humanidade.
Será que o governo norte-americano vai insistir na cobrança por privacidade? Ou irá ceder a um interesse geopolítico que se sobreponha a isto? — quem sabe até visando potencialmente, em um médio/longo prazo, resguardar estas mesmas pessoas através de mais capacidade de influência sobre elas?
E os Bancos Centrais dos diversos Estados-Nação? Eles terão interesse e conseguirão operar de forma sincronizada visando esta perspectiva macro, ainda que isto represente o seu enfraquecimento? 
Será que a Libra pode mesmo ser a redenção de Zuckerberg?

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Após audiência desta semana, Libra, a criptomoeda do Facebook esta em maus lençois!

Facebook CEO Mark Zuckerberg Testifies Before The House Financial Services Committee

Mark Zuckerberg, co-fundador e CEO do Facebook, esteve perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara em Washington. E quando se trata de grandes empresas de tecnologia, sempre é um momento muito tenso e regado por inúmeras interrupções.
Segundo o site TheVerge, as audiência nunca são satisfatórias, e os membros não conseguem fazer a lição de casa. Geralmente, os membros interrompem as testemunhas antes mesmo que possam responder.
E assim, uma audiência improdutiva começa. E assim, para evitar gerar mais notícias sobre a questão a ser debatida, os executivos de tecnologia tentam não falar demais. E assim, quando é solicitado que algo escrito seja feito, eles sempre deixam para fazer isso depois alegando ignorância transferindo a responsabilidade para sua equipe.
A audiência tida como frustrante, foi sobre o lançamento da criptomoeda Libra, e quando Mark chegou, o congresso parecia fuzilar com os olhos o Facebook. Isso já era notável, segundo a imprensa presente no local, havia uma impaciência tomando conta do congresso antes mesmo do executivo chegar.
A situação esquentou logo no começo, quando a deputada republicana Ann Wagner tocou na ferida do Facebook em torno da exploração infantil online, onde a rede social não consegue interromper o crime mesmo tendo prometido.
Seguindo, o deputado William Lacy Clay, abordou Mark em torno das políticas de publicidade, que segundo o deputado, descriminam diversa comunidades nas mídias sociais. E para ser a cereja do bolo, o deputado Gregory Meeks entrou com um ato censura Zuckerberg dizendo que o Facebook é um acelerador de muitas lutas políticas consideradas destrutivas em todo o mundo.
O Facebook foi encontrado sistemicamente na cena do crime. Você acha que isso foi apenas uma coincidência?-Disse o deputado Gregory Meeks a Mark Zuckerberg!
Mas, diante de tanta pressão e pouco espaço para falar continuamente sem interrupção, o executivo se saiu bem em alguns momentos. Mas, com muito esforço diante de tanto bombardeio, o Facebook conseguiu chegar ao centro do tema, que foi a liberação da nova moeda.
O site The Information destacou o seguinte:
A audiência de aproximadamente seis horas levou o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara a questionar Mark (Facebook) sobre como a Libra será financiada, que tipos de regulamentos devem ser aplicados a Libra, como o Facebook planeja ganhar dinheiro com a Libra e como políticas como reembolso fraudulento as transações funcionarão. […]
O que Zuckerberg deixou claro é que o Facebook não lançará o Libra sem a devida aprovação regulatória nos EUA e que o Facebook se retirará da Libra Association se o grupo finalmente decidir avançar por conta própria sem a aprovação dos reguladores dos EUA. Mas o testemunho de Zuckerberg não falou nada sobre as leis específicas que o Facebook acredita que deveriam governar a Libra.
A audiência não foi muito produtiva segundo vários outros sites espalhados pelo mundo e que estavam cobrindo o testemunho de Mark que parecia mais uma sabatina. O Facebook não conseguiu demonstrar o quanto a Libra pode ser relevante para o mundo.
Agora, a criptomoeda do Facebook não deve ter momentos fáceis, isso porque o seu lançamento é regado por contratempos de alta relevância, inclusive a saída de alguns importantes apoiadores do projeto.
Analisando a posição política dos deputados, deu a entende que o Congresso esta preocupado em relação ao caos que a Libra poderia causar, segundo os jornais, há um risco dela causa um gigante estrago financeiro de nível global. Ainda segundo a mídia que cobriu o momento tenso, se os políticos pudessem votar pelo fim da Libra durante a audiência, eles teriam feito com toda certeza.
Agora, a Libra segue com muitas incerteza em torno da opinião do comitê, e o resultado disso ninguém sabe. A única certeza, é que vai ser muito difícil e completo a adoção pública e política a Libra. Agora, só resta esperar o resultado deste “confronto” político, social e financeiro.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

CEO do JPMorgan diz que libra, a criptomoeda do Facebook, “nunca vai acontecer”

Jamie Dimon, CEO do banco JPMorgan Chase (Foto: Scott Olson/Getty Images)

Facebook tem enfrentado diversos obstáculos para a criação de sua criptomoeda, a libra, anunciada em junho deste ano. Em meio à pressão e às críticas de órgãos reguladores, diversas companhias como Visa, Mastercard, PayPal e eBay deixaram a Associação Libra, criada a fim de gerenciar a moeda virtual da rede social.
Agora, o CEO de um dos maiores bancos do mundo aumentou as dúvidas sobre a criação da libra. Jamie Dimon, presidente do JPMorgan, afirmou que a criptomoeda “é uma boa ideia que nunca vai acontecer”.
Dimon também falou que a ideia de criar uma stablecoins (ou moeda estável) não é nova. “Já temos stablecoins, então a libra não seria a primeira a fazer isso”. Ao contrário da maioria das moedas virtuais como o bitcoin, que sofrem grandes flutuações de preço em curtos períodos de tempo, as stablecoins buscam manter um preço estável em relação a uma moeda convencional. No caso da libra, ela seria atrelada a uma cesta de moedas, incluindo euro, dólar  e iene.

domingo, 27 de outubro de 2019

Zuckerberg dirá ao Congresso que Facebook não é mensageiro ideal para criptomoeda libra



WASHINGTON (Reuters) - O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, planeja reconhecer no Congresso que o Facebook não é o "mensageiro ideal" para seu projeto da criptomoeda libra, devido às críticas contínuas à empresa.
Segundo texto do depoimento, Zuckerberg dirá que apoia o adiamento do lançamento de libra, atualmente programado para meados de 2020, até que preocupações regulatórias dos EUA sejam totalmente resolvidas. E ele acrescentará que a moeda digital visa a facilitar transferências de dinheiro, e não a competir com moedas soberanas ou impactar a política monetária.
Zuckerberg deve falar na quarta-feira perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, onde deve enfrentar críticas dos parlamentares, cautelosos com os esforços do Facebook de criar uma moeda digital e fazer outras incursões na área financeira.
No depoimento, Zuckerberg reconhece as críticas, mas insiste que o projeto da libra tem mérito e pode ajudar milhões de pessoas, facilitando a transferência de dinheiro. Ele também observará que outros países, como a China, já estão investindo em projetos similares.
"Acredito que isso é algo que precisa ser construído, mas entendo que não somos o mensageiro ideal no momento", diz o texto. "Tenho certeza que as pessoas gostariam que fosse alguém, não o Facebook, que apresentasse essa ideia".
Embora reconheça erros, Zuckerberg insiste que a tecnologia, e o Facebook em particular, ainda tem muito a oferecer, e se opõe às fortes críticas à empresa.
"Se o ceticismo saudável se tornar hostilidade total, colocaremos muito progresso em risco", diz o documento. "Entendo que as pessoas têm preocupações com a libra. Mas acho que seria ruim para o nosso país e o mundo se as empresas fossem desencorajadas a enfrentar desafios como esse".

sábado, 26 de outubro de 2019

Twitter diz que nunca vai utilizar a Libra, criptomoeda do Facebook

Imagem de: Twitter diz que nunca vai utilizar a Libra, criptomoeda do Facebook


Durante um evento em Nova York, o CEO do Twitter, Jack Dorsey, comentou sobre a criptomoeda Libra e disse que seu negócio jamais participará do projeto. Ao ser questionado sobre o assunto, o executivo mandou um "hell no" e criticou a iniciativa, que é encabeçada pelo Facebook.

Segundo conta o The Verge, que estava no evento, Dorsey disse que a criptomoeda não é a resposta para trazer uma democratização no sistema financeiro e serve para representar os interesses das grandes corporações que estão por trás do projeto. "Não é um padrão aberto e que foi criado na internet", disse o CEO do Twitter. "[A Libra] nasceu da intenção de uma companhia, e não é consistente com o que eu pessoalmente acredito ou quero para a nossa empresa".
(Fonte: The Verge/Reprodução)
Apesar das críticas para a Libra, Dorsey também revelou ser um entusiasta das moedas digitais e acredita que as tecnologias descentralizadas são positivas para o desenvolvimento da web. "A internet é um estado-nação emergente em quase todos os aspectos. E agora quase possui um ativo próprio em forma de criptomoedas e bitcoins."

Libra em decadência

Além de tomar uma negativa do Twitter, a Libra também tem gerado discórdia até mesmo entre seus membros fundadores. Desde seu anúncio, a criptomoeda protagonizou uma série de polêmicas relacionadas à regulação e até pode ser proibida em certos países por questões de segurnaça. Por causa disso, empresas que auxiliaram na concepção do ativo, como PayPal, Mastercard e Visa, já estão pulando fora do projeto.
Nesta semana, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, participou de uma conferência no congresso dos Estados Unidos para tentar acalmar os ânimos dos legisladores sobre a Libra, que tem lançamento previsto para 2020. Com tantas polêmicas em volta da moeda digital, porém, fica difícil dizer se a iniciativa realmente ganhará vida no ano que vem.

Fontes