segunda-feira, 12 de agosto de 2019

China diz que está prestes a lançar criptomoeda

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(Bloomberg) -- O banco central da China está "perto" de emitir sua própria criptomoeda, de acordo com um funcionário do alto escalão.
Os pesquisadores do banco têm trabalhado intensamente desde o ano passado para desenvolver sistemas, e a criptomoeda está "perto de ser lançada", disse Mu Changchun, vice-diretor do departamento de pagamentos do Banco do Povo da China (PBOC, na sigla em inglês), em um evento realizado pelo Fórum China Finance 40 no fim de semana em Yichun, Heilongjiang. Mu não detalhes sobre o prazo de lançamento.
Mu repetiu a intenção do PBOC de que a moeda digital substituiria M0, ou dinheiro em circulação, em vez de M2, o que geraria crédito e impactaria a política monetária. A moeda digital também apoiaria a circulação e internacionalização do yuan, disse.
As observações indicam que o PBOC avança o plano de lançar formalmente uma moeda digital própria após cinco anos de pesquisa. A iniciativa do Facebook de criar a criptomoeda Libra preocupou bancos centrais globais, incluindo o PBOC, segundo o qual o ativo digital deve ser supervisionado pelo banco central para evitar potenciais riscos cambiais e proteger a autoridade da política monetária.
"A Libra deve ser vista como uma moeda estrangeira e inserida sob a estrutura de gestão de divisas da China", disse durante o fórum Sun Tianqi, funcionário da Administração Estatal de Divisas da China.
Ao contrário das ofertas descentralizadas com base em blockchain, a moeda do PBOC tem como objetivo dar a Pequim mais controle sobre seu sistema financeiro.
De acordo com patentes registradas pelo banco central, consumidores e empresas fariam o download de uma carteira móvel e trocariam yuanes pelo dinheiro digital, que poderia ser usado para fazer e receber pagamentos. O PBOC também poderia monitorar todas as vezes que o dinheiro muda de mãos.
"Sem dúvida, com o anúncio da Libra, governos, reguladores e bancos centrais em todo o mundo tiveram que agilizar seus planos e abordagem para ativos digitais", disse Dave Chapman, diretor executivo da BC Technology. Segundo Chapman, moedas que não são emitidas por governos poderiam interferir nas finanças e pagamentos "dramaticamente".
--Com a colaboração de Eric Lam.
To contact Bloomberg News staff for this story: Yinan Zhao em Pequim, yzhao300@bloomberg.net

domingo, 11 de agosto de 2019

Governos devem ser neutros com a Libra, criptomoeda do Facebook, diz BC da Alemanha

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A Libra do Facebook pode ser benéfica apesar da existência de incerteza regulatória e dos riscos associados, declarou o banco central da Alemanha.
Em um boletim mensal chamado “Tokens cripto em transações de pagamento e liquidação de títulos”, publicado em 22 de julho, o Bundesbank avalia as potenciais vantagens e deficiências das moedas digitais de banco central (CBDCs), assim como das stablecoins, assim como a Libra, do Facebook.

A regulação da Libra deve ser o mais neutra possível com relação à tecnologia, diz o Bundesbank

No documento, o banco central alemão diz que os projetos de inovação globais como o Libra podem tornar possível a meta de melhorar a prosperidade e os custos de transação.
Porém, reguladores globais devem garantir uma série de importantes padrões, para que a segurança, o sistema monetário e a estabilidade financeira não sejam afetados negativamente, e as transações de pagamentos não sejam comprometidas, escreveu o banco. O Bundesbank ainda escreve que a competitividade nos pagamentos europeus deve ter garantias para sua proteção.
Ao mesmo tempo, a regulação não deve inibir a inovação, conforme o banco enfatiza:
“[…] os governos deve, ser o mais tecnologicamente neutros possível, para que os benefícios da inovação possam ser disponibilizados para o setor financeiro”.
O banco acrescentou que uma série de importantes questões técnicas, organizacionais e regulatórias sobre a Libra Association ainda não foram esclarecidas, além de também especular sobre seus possíveis impactos. Além disso, o banco afirmou que as autoridades de supervisão globais e os bancos centrais devem manter um acompanhamento e avaliação cuidadosos com o projeto.

CBDCs e stablecoins podem impactar os bancos centrais

No documento, o Bundesbank cita as CBDCs e stablecoins como dois grandes desenvolvimentos recentes, que podem afetar o papel dos bancos centrais globais.
Descrevendo as potenciais vantagens apresentadas pelas CBDCs, o Bundesbank disse que não vê necessidade de CBDCs para entidades não bancárias, pois elas podem ser usadas como substitutas do dinheiro dos bancos comerciais, o que, por sua vez, pode ter um impacto negativo na oferta de crédito.
A posição com relação às criptos do Bundesbank vem na esteira das declarações do presidente do Bundesbank, que convocou reguladores globais a não reprimir projetos como o Libra do Facebook nos estágios iniciais. Jens Weidmann teria declarado em um evento do G7 que os reguladores deveriam ter o cuidado de evitar inadvertidamente a supressão de conceitos inovadores antes que todos os detalhes fossem esclarecidos.
Fonte: portaldobitcoin.com

sábado, 10 de agosto de 2019

Entenda por que o Facebook colocou seu nome no Instagram e no WhatsApp

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E saiba também os motivos pelo qual a decisão pode ser arriscada para a companhia

São pelo menos dois anos de crises consecutivas pesando na cabeça de Mark Zuckerberg. Vazamento de dados, ataques de hackers que permitiram invasão de contas, questões graves de privacidade e segurança das informações do público... tudo isso mudou demais a forma como o Facebook, que um dia foi só um site divertido para interagir com seus amigos, é encarado pela sociedade. Quantas vezes a empresa já não foi chamada de “ameaça à democracia”? Até mesmo a companhia já chegou a admitir o risco das redes sociais aos regimes democráticos.

No entanto, o Facebook é muito mais do que sua rede social homônima. A empresa é dona de outros aplicativos gigantescos e que, por sorte da companhia, ainda não tiveram a reputação tão manchada. É o caso do WhatsApp e do Instagram, que se juntaram ao conglomerado após serem adquiridos por bilhões de dólares, mas que, até pouco tempo atrás, se mantinham teoricamente semi-independentes, ao menos no papel e na nomenclatura.

Isso começou a mudar, no entanto. Se há algum tempo não havia qualquer menção a Facebook dentro do WhatsApp ou do Instagram, agora se você olhar a descrição dos aplicativos nas lojas da Apple e do Google, você vai encontrar a informação de que os apps são parte do Facebook.

Mas por que essa decisão neste momento? A tendência é que se trate de uma jogada de marketing para tentar agregar a boa vontade do público com Instagram e WhatsApp ao Facebook, que hoje se vê envolto em todo tipo de escândalos que seus outros apps ainda tem uma reputação limpa, como explica Arthur Igreja, professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e especialista em tecnologia e inovação.

É um momento diferente na história do Facebook. Como cita Igreja, por muitos anos as marcas se mantiveram parcialmente distantes, até como uma estratégia da própria companhia diante de questões jurídicas. “O Facebook tinha algumas acusações de que as compras foram feitas para bloquear a concorrência, então por isso havia uma tentativa de manter a aparência de um grupo empresarial” explica o professor em entrevista ao Olhar Digital. Essa união não é muito diferente do que já se vê em outros conglomerados que lidam com múltiplos aplicativos sob seu guarda-chuva; é o caso, por exemplo, do WeChat, extremamente popular na China e em outros países asiáticos, que possui uma estratégia de integração clara.

A transição, no entanto, tem alguns outros impactos além de uma questão de aproximação dos nomes. A visão que o Facebook tem do futuro, já delineada múltiplas vezes pela empresa, também depende da integração entre os serviços. Afinal de contas, Mark Zuckerberg já afirmou que pretende unir o Facebook Messenger, o WhatsApp e o Instagram Direct, permitindo que usuários se comuniquem entre si, independentemente da plataforma de sua preferência. A ideia da companhia é simples: se você usa o WhatsApp, que pertence ao Facebook, não há motivos pelos quais não seja possível enviar uma mensagem para um outro amigo que só usa o Instagram, que também pertence ao Facebook.
Além disso, para 2020, o Facebook também está botando suas fichas na Calibra, uma nova subsidiária que terá como missão alavancar o desenvolvimento da criptomoeda Libra. Parte importante desse projeto é integrar essa moeda virtual às plataformas da empresa para facilitar as transferências de valores monetários entre usuários, e faz todo sentido permitir que usuários do WhatsApp, Instagram e Facebook tenham mais comodidade para realizarem transferências entre si.

No fim das contas, isso tende a ter algum impacto positivo para a reputação do Facebook? Muito provavelmente, não, indica Arthur Igreja. A aproximação com Instagram e WhatsApp tende, pelo contrário, trazer efeitos negativos para esses aplicativos, permitindo que potenciais novos escândalos da empresa-mãe acabem respingando sobre serviços que até então estavam razoavelmente limpos.

Essa situação também pode gerar mais confusão com o público, também. Em uma situação hipotética em que haja novos vazamentos de dados de usuários, por exemplo, o Facebook terá que se explicar muito mais para apresentar um panorama claro da situação aos seus usuários. “Quando houver notícia sobre problema no Facebook, as pessoas já vão se perguntar ‘em qual parte? Será que afetou o WhatsApp?’. Então eles vão precisar se explicar inúmeras vezes: vazaram dados, mas não do Facebook-WhatsApp, só do Facebook-Facebook”, aponta o professor da FGV.

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Agência de proteção de dados do Reino Unido quer que Facebook seja mais transparente sobre criptomoeda libra


A agência de proteção de dados do Reino Unido afirmou nesta segunda-feira (5) que está se juntando a outras organizações pela cobrança de mais transparência na moeda digital libra, que o Facebook anunciou em junho.

A rede social tem planos de trazer a moeda para o mercado em 2020, o que deixou políticos, reguladores e bancos centrais ressabiados. Há pressão para que a moeda seja envolta por um aparato legal adequado, que possa evitar problemas ao sistema financeiro internacional.

Em uma carta enviada ao Facebook e outras 28 companhias por trás da libra, a agência britânica fez pedidos de mais detalhes sobre como os dados dos usuários serão processados e analisados sob as leis de proteção de dados vigentes.

A carta também cobra garantias de que a quantidade de dados coletados seja pequena e que o serviço seja transparente. A agência quer saber ainda o montante de dados que será compartilhado entre os membros da rede que apoia a libra.

Representantes do Facebook não comentaram o assunto de imediato.

No mês passado, ministros de Finanças e bancos centrais de países do G7 afirmaram que a libra precisa ser regulada o máximo possível para garantir que a moeda não perturbe o sistema financeiro global. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também fez críticas aos planos do Facebook.

Fonte: g1.globo.com/economia

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Bitcoin abre mais portas na vida cotidiana

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Criptomoedas no Brasil
Como o Brasil é um dos países com mais empreendedores e fãs da tecnologia que existem no mundo, o uso do Bitcoin no país já se tornou notícia global, por abrir portas no setor imobiliário, com o aumento do uso de moedas virtuais para a compra de imóveis. Empresas como Katz, Real Value e Tecnisa passaram a aceitar o Bitcoin como forma de pagamento há cinco anos. Isso ocorre, porque as pessoas que viram seus investimentos crescerem com a valorização do Bitcoin, têm buscado dar liquidez aos seus lucros comprando casas e apartamentos. Além disso, graças ao reconhecimento e à liquidez que moedas virtuais, como o Bitcoin, vêm ganhando ao longo do tempo, é que foram criadas bolsas de criptomoedas, que buscam promover e facilitar o uso destas moedas desenvolvidas no país. É desta forma que se buscou facilitar a criação da B3 das moedas virtuais, que funcionaria de maneira semelhante à Bolsa de Valores brasileira, com o objetivo de dar paridade ao dinheiro digital desenvolvido no país, com as líderes globais, como Bitcoin, Ethereum ou Ripple.
Bitcoin e as criptomoedas na vida diária
Com o recente lançamento da criptomoeda Libra, criada pelo Facebook e cuja operação está baseada na tecnologia blockchain, associada a empresas como PayPal, Mastercard, Uber e Spotify, o mundo do dinheiro virtual ganhou um novo protagonismo na vida cotidiana. Um exemplo disso é a aceitação delas na indústria do entretenimento. É neste contexto que surge a Bitcoin Roulette, um jogo online que usa a criptomoeda como método de pagamento para cada retirada e também para o Jackpot que oferece. Vale dizer que este jogo segue a mesma base de funcionamento da roleta europeia, cujas regras e terminologia são explicadas pela plataforma Betway de roleta online, incluindo o uso das cores vermelha e preta, das 36 caixas da roleta e das apostas por números pares e ímpares, que são utilizadas neste jogo popular.
Outro aspecto notável da popularidade das moedas virtuais no entretenimento e dentro da vida cotidiana, é que mesmo os astros do esporte vêm se mostrando muito positivos em relação ao presente e ao futuro dessa tecnologia financeira. Um exemplo disso é o ex jogador Ronaldinho Gaúcho que investiu na criação da sua própria criptomoeda chamada RSC (Ronaldinho Soccer Coin), cujo projeto visa promover o futebol e os esportes virtuais em todo o mundo, unindo atletas profissionais e amadores sob esse conceito.
O futuro das criptomoedas
Embora as criptomoedas já existam há quase uma década,, sua crescente referência no cotidiano já fez com que o seu uso diário seja promovido globalmente dentro de vários contextos. Um exemplo disso é a iminente chegada do Bitcoin e das moedas digitais a Wall Street. Por isso, já é recomendado que as pessoas que desejam ingressar no mercado financeiro estudem criptomoedas e blockchain por meio de instituições globais, como o CFA Institute, que já incluiu esses tópicos no currículo de seus níveis I e II. No Brasil, várias instituições públicas e privadas também adotaram a cultura das moedas digitais em seus modelos de ensino. Nesse contexto, surge a Faculdade de Economia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que já ministrou cursos gratuitos sobre o mundo das criptomoedas, nos quais, termos como Bitcoin, Hash e Blockchain, são explicados às pessoas que querem saber mais sobre essa tecnologia e método de pagamento que se torna cada vez mais popular no dia a dia.
Como a linha entre o mundo virtual e o digital está se tornando cada vez mais tênue para as principais criptomoedas, seu uso no aspecto físico também ganhou destaque nos últimos anos. Um exemplo disso é que, como o site Guia do Bitcoin compartilha, já existem mais de 4.000 caixas eletrônicos de moedas virtuais no mundo e, em média, 6,7 desses dispositivos estão sendo instalados por dia, tendo fabricantes como a Genesis Coin, a General Bytes e a Lamassu, trazendo as criptomoedas e seu poder de compra para mais pessoas.
Segundo a plataforma CoinMarketCap, em agosto de 2019 já serão mais de 2.400 criptomoedas disponíveis ao público em todo o mundo, dentro de um mercado que o Bitcoin domina com 65,7% do valor total. Com um preço que já ultrapassa dez mil dólares por moeda, o Bitcoin e a tecnologia blockchain continuam ganhando destaque e abrindo portas em novos mercados em todo o mundo, rumo a um futuro tecnológico.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Especialista: Projeto de criptomoeda do Walmart é mais apropriado para os legisladores do que o Libra

Especialista: Projeto de criptomoeda do Walmart é mais apropriado para os legisladores do que o Libra

Um analista sênior de políticas da Cowen, Jaret Seiberg, disse que a criptomoeda proposta pelo Walmart não deve enfrentar tanta pressão quanto o Libra, a moeda virtual proposta pelo Facebook.
Como Bloomberg relata em 5 de agosto, Seiberg também acrescentou que o criptoativo do Walmart pode ter um apelo demográfico para os legisladores democratas que estão ansiosos para encontrar uma infraestrutura financeira alternativa para pessoas que não usam bancos regularmente.
De acordo com Seiberg, o Libra e a proposta de criptomoeda do Walmart diferem em escala. Seiberg comenta que o Facebook tem intenções globais que não parecem ser compartilhadas pelo Walmart. 

Possíveis restrições regulamentares

No entanto, Seiberg observou que a proposta do Walmart provavelmente não será aprovada automaticamente pelo Congresso. Ele destacou que, por exemplo, a criptomoeda do Walmart poderia ser vista como uma ameaça aos pequenos bancos e às cooperativas de crédito. Em última análise, porém, Seiberg acredita que os legisladores acabariam aprovando a proposta do Walmart.
Com relação aos detalhes da criptomoeda proposta pelo Walmart, Seiberg escreveu aos clientes na segunda-feira que o criptoativo pode vir na forma de um cartão de valor armazenado atrelado ao dólar dos EUA, como se fosse um cartão-presente recarregável.
Bloomberg relata que o Walmart não está se movendo para lançar sua criptomoeda no futuro próximo. De acordo com o relatório, um porta-voz do Walmart disse na sexta-feira que não está planejando aproveitar imediatamente sua nova patente.

Patente da moeda digital do Walmart

Como relatado anteriormente pela Cointelegraph, o Walmart solicitou uma patente para um "Sistema e Método para Moeda Digital via Blockchain" que foi publicado em 1 de agosto. Conforme descrito na patente, o Walmart parece estar entrando com um stablecoin padrão conforme descrito na seguinte passagem:
“Geração de uma unidade monetária digital, vinculando a unidade monetária digital a uma moeda comum; armazenar informações da unidade monetária digital em um bloco de blockchain; comprar ou pagar a unidade monetária digital. ” 

Fonte: br.cointelegraph.com

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Walmart patenteia criptomoeda semelhante a Libra



Em 31 de julho, o Walmart solicitou ao USPTO, orgão semelhante ao nosso INPI uma patente para uma “moeda digital”, atrelada à patente há também um blockchain.
A stablecoin ofereceria aos clientes economia nas compras e forneceria uma maneira para a base de clientes de baixa renda do varejista ter acesso a serviços financeiros. Essas contas seriam “isentas de taxas” ou “taxas mínimas”, e poderiam até ganhar juros, afirma o Walmart.
A ideia por trás de uma moeda digital, será monitorar as famílias de baixa renda que acham que os serviços bancários são caros e ofertas a elas serviços financeiros atrelados aos serviços de um supermercado que é algo que integra o seu dia a dia.
O Walmart pretende usar a criptomoeda para coletar o histórico de compras do cliente para melhorar as previsões de estoque e prever o comportamento do consumidor, aumentando a lucratividade da empresa.
Fonte: moneytimes.com.br