quarta-feira, 20 de maio de 2020

Aceita Libra? Facebook e Instagram ganham loja virtual integrada

Saída do Paypal da Libra Pode “Abrir Porteira”

Facebook e Instagram ganham loja virtual integrada. Assim, haverá sessão dedicada para a compra de produtos. Opção trará mais facilidade às empresas que desejam vender através das plataformas sociais. Mudança pode impactar profundamente o mercado online.
Mark Zuckerberg, o criador do Facebook e dono do Instagram, está investindo pesado no e-commerce.
O empresário, famoso por criar iniciativas em diversas frentes (incluindo no universo cripto), acaba de criar uma função inovadora nas suas plataformas sociais.
Essa iniciativa, no caso, pode mudar o panorama das compras online.
Dessa maneira, através do Facebook Shops, as páginas de empresas poderão se transformar em online stores.
Além do Facebook, o Instagram também criará uma aba dedicada às compras no app.

Facebook Shops

Facebook Shops
O Facebook está facilitando a relação entre as empresas e os consumidores nas suas plataformas.
Assim, com o lançamento do Facebook Shops, as páginas comerciais poderão oferecer produtos diretamente nas suas mídias sociais.
Nesse link, é possível ver informações mais detalhadas sobre o Facebook Shops (em inglês).
A novidade foi lançada hoje, 19 de maio. Porém, ela estará disponível aos poucos, a partir dos próximos meses.
Apesar da existência do Marketplace no FB, o Facebook Shops será mais direto, permitindo o contato imediato entre os consumidores e os produtos da empresa.
Desse modo, através da página do Facebook ou do aplicativo, vai ser possível ao comprador acrescentar os produtos desejados ao carrinho.
Para a loja adicionar os produtos, basta criar uma “coleção”, dar o nome e colocar a foto dos itens.

Loja no Facebook será integrada com o Instagram

A principal novidade do Facebook Shops é a sua integração com a página do Instagram da empresa:

Instagram Shop

Dessa maneira, será possível que as lojas ofereçam o mesmo catálogo no Facebook e no Instagram.
No Instagram, porém, a estratégia de vendas será mais agressiva.
Isso porque, aparentemente, o aplicativo será atualizado para substituir o botão “atividade recente” pelo Instagram Shop no final de 2020.

A Libra será incluída?

Além das redes sociais, o Facebook tenta engatar a sua própria criptomoeda: a Libra.
A Libra é um projeto extremamente polêmico na comunidade cripto, tendo em vista os problemas relacionados ao Facebook e a sua “onipresença” na vida privada das pessoas.
Conforme os artigos publicados pelo BeInCrypto, a Libra causou temor nos governos de diversos países do mundo. Agora, ela está sendo apresentada na versão 2.0 para tentar agradar aos políticos.
De todo modo, é difícil deixar de pensar na integração entre a Libra e o Facebook Shops, caso a criptomoeda realmente venha a existir.

domingo, 17 de maio de 2020

Série “Upload” da Amazon menciona Libra do Facebook como forma de pagamento

Nova séria da Amazon Prime Video, Upload, mostra Libra e Bitcoin como forma de pagamento.

Upload é uma nova série lançada há algumas semanas – precisamente em 1º de maio – pela Amazon Prime Video, maior concorrente da Netflix. Em um determinado momento, Upload menciona Libra e Bitcoin como métodos de pagamento.
De fato, em uma cena da primeira temporada, um personagem pede 600 Libras do Facebook como pagamento, enquanto há também a criptomoeda Bitcoin escrita em segundo plano.
Em resumo, isso é mais uma indicação de que as criptomoedas estão cada vez mais no centro das atenções no mundo de Hollywood, visto que recentemente o filme “Crypto”, com o famoso ator Kurt Russell, também foi lançado.

O enredo de Upload

Upload é uma sitcom que se passa em um futuro próximo, no qual as pessoas que estão próximas da morte podem ser “carregadas” para uma vida virtual de sua escolha.
A trama começa em 2033 e apresenta Nora (Andy Allo), uma jovem romântica nascida no Brooklyn, que trabalha no atendimento ao cliente de um luxuoso ambiente de realidade virtual. Quando Nathan (Robbie Amell), um bonito rapaz se acidenta, sua namorada o transfere para o mundo de realidade virtual de Nora.
A série é uma agradável surpresa que foi proporcionada pela Amazon Prime Video. Com um enredo atual e bem elaborado, personagens bem desenvolvidos e carismáticos e uma trama que te prende desde o início. Leve e divertida é o tipo de série que você engata e devora os 10 episódios iniciais com muita facilidade. Uma comédia futurista que trata os temas cotidianos com muito sarcasmo, bom humor e sutileza.

Outras séries de TV que mencionaram criptomoedas

Esta não é a única série de TV que apresenta criptomoedas como um método de pagamento estabelecido no futuro: por exemplo, na Netflix, há algum tempo, a série Altered Carbon, em um episódio da segunda temporada, mostrava preços de mercadorias em BTC, LTC e ETH.
Silicon Valley, outra sitcom, cita criptomoedas várias vezes, incluindo a invenção da Pied PiperCoin.
Outra série da Netflix,” Como Vender Drogas Online (Rápido)”, que, desta vez em um sentido depreciativo, cita o bitcoin como o método de pagamento ideal para vender drogas online na Dark Web.
Fonte: cryptonomist

sábado, 16 de maio de 2020

Libra adiciona Temasek à lista de membros

Moedas representando Bitcoin e Libra

Temasek, de Cingapura, é um dos três membros mais recentes da Associação Libra. A empresa de investimentos, de propriedade do governo de Cingapura, juntou-se ao consórcio ao lado de duas empresas focadas em criptografia – Paradigm e Slow Ventures.
A Paradigm é uma empresa de investimentos em criptomoeda sediada em São Francisco, co-fundada por Fred Ehrsam, que também co-fundou a Coinbase. A Slow Ventures é uma empresa de capital de risco que se concentra na criptomoeda, também sediada em São Francisco.
A adição dessas três empresas eleva para 27 o número total de organizações que agora apóiam a Libra, liderada pelo Facebook.
Os novos membros estão ingressando em um consórcio que já inclui cinco outras empresas similares: Andressen Horowitz, Rabbit Capital, Iniciativas Reveladas, Union Square Ventures e Thrive Capital.
Os cinco ingressaram na Libra Association quando foram divulgados pela primeira vez pelo Facebook em 2019 e fazem dos financiadores o maior grupo da equipe de governança da Libra, ocupando quase 30% da participação total do projeto.

O compromisso da Libra Association de lançar a Libra

A Libra Association havia visto várias saídas de destaque de seu grupo de membros fundadores, incluindo Visa, Vodafone, PayPal, Stripe, Mastercard, eBay, Mercado Pago e Booking Holdings. No entanto, a associação ainda conseguiu adicionar novos membros – a Shopify e a Heifer International se uniram no início deste ano, por exemplo.
De acordo com Fred Ehrsam da Paradigm, é o potencial de Libra impulsionar a criptomoeda para o mainstream que foi o fator chave na decisão de ingressar.
Ele afirmou que “qualquer rede que possua o potencial de normalizar criptografia socialmente e oferecer distribuição nessa escala é valiosa”.
Dante Disparte, chefe de políticas e comunicações da Libra Association, diz que a adição da Temasek e das duas empresas americanas indica o “compromisso da Libra em construir um grupo diversificado de organizações que contribuam para a governança, o roteiro tecnológico e lançam prontidão para o sistema de pagamento da Libra.”
O Temasek de Cingapura administra um fundo de investimento estimado em US $313 bilhões em SGD (aproximadamente US $220 bilhões). Segundo um porta-voz do fundo, o vice-presidente-executivo Chia Song Hwee, a mudança de Temasek para ingressar no consórcio permite que a empresa “contribua para uma rede global regulamentada para pagamentos de varejo com boa relação custo-benefício”.
O porta-voz acrescentou:
“Muitos desenvolvimentos no espaço nos excitam – estamos ansiosos para explorar ainda mais o potencial da tecnologia”.
Em janeiro, quando a Vodafone anunciou sua saída do grupo, Dante Disparte disse em comunicado que os membros da associação poderiam “mudar com o tempo”. No entanto, ele sustentou que “o design da governança e da tecnologia da Libra garante que o sistema de pagamento da Libra permaneça resiliente”.
Nesta semana, o Telegram, cujo ambicioso projeto de US $1,7 bilhão em TON talvez se aproximasse daquilo que Libra do Facebook promete ser, parou. O CEO da empresa, Pavel Durov, atribuiu o fracasso aos reguladores americanos.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Coinbase anuncia listagem da criptomoeda OmiseGO (OMG) e preço dispara

omisego omg

A Coinbase anunciou hoje que os usuários da Coinbase Pro poderão, na próxima semana, negociar o token OMG da OmiseGo. O anúncio fez o preço da criptomoeda valorizar em 25%.
O anúncio dizia que os usuários do Coinbase Pro – a plataforma que atende a traders mais experientes – poderão fazer transferências de OMG a partir de 18 de maio. 12 horas depois, os usuários poderão comprar e vender OMG com o dólar americano e Bitcoin.
A Coinbase acrescentou que é possível que o euro e a libra esterlina também possam ser suportados para negociação de OMG em 19 de maio.
O OMG é o token da OmiseGO, uma rede descentralizada que oferece uma solução flexível e eficaz para provedores de pagamento. Construído como um dapp na plataforma Ethereum, o OmiseGo visa que bancos e outros serviços financeiros estabelecidos usem sua rede descentralizada para transações e como uma câmara de compensação.
A Coinbase disse que haverá quatro estágios para o lançamento do OMG. Em primeiro lugar, em 18 de maio, os clientes poderão transferir o OMG para sua conta Coinbase Pro – e nada mais. Em seguida, os clientes poderão colocar ordens limit, mas não haverá execução.
As ordens começarão a corresponder, mas os pedidos de mercado ainda não funcionarão e o order book permanecerá no modo limit por no mínimo 10 minutos. A negociação completa estará disponível após esse período de tempo, incluindo ordens limit, stop e market.
A Coinbase acrescentou que a negociação de OMG ainda não estarão disponíveis em suas plataformas padrão. (Embora, se o passado se repetir, isso pode ser apenas uma questão de tempo. E se isso mudar, a Coinbase disse que informará seus usuários.)
A rede de contratos inteligentes OmiseGO foi desenvolvida pela plataforma financeira tailandesa Omise em 2017. Ela planeja se tornar uma rede de pagamentos acessível e altamente escalável, com custos mínimos de transação.

sábado, 9 de maio de 2020

Paxful, Coinbase, Bitfy e outras 72 companhias apoiam a criptomoeda rival da Libra do Facebook

facebook-libra-celo-criptomoeda-stablecoin-descentralizada-notícias-coinbase-moeda-digital-bitcoin

Desde seu anúncio em junho do ano passado, o projeto Libra se deparou com diversos obstáculos no caminho, abrindo espaço para a ascensão de uma rival que já conta com 75 membros, incluindo apoiadores da própria Libra.
Na terça-feira (05), o projeto da Celo, concorrente descentralizado da moeda digital proposta por Mark Zuckerberg, anunciou o aumento de 50% no número de membros em sua aliança desde a primeira divulgação em 11 de março.
Logo de cara, quem não perdeu tempo e embarcou no novo projeto foram os fundos de risco Andreessen Horowitz e Coinbase Ventures, braço da popular exchange Coinbase, ao lado da empresa de soluções de custódia Anchorage e da agência internacional humanitária Mercy Corps, todos apoiadores da Libra.
Companhias muito conhecidas dos criptoentusiastas brasileiros, como a plataforma de finanças peer-to-peer Paxful e a carteira de bitcoins brasileira Bitfy, também fazem parte da aliança da Celo.
A equipe declarou estar “entusiasmada” com o crescimento do número de membros do projeto “com organizações comprometidas em criar prosperidade, especialmente na África e na América Latina”, destacou.
https://criptonizando.com/2020/04/16/facebook-abandona-plano-original-da-criptomoeda-libra-e-redesenha-o-projeto/
Imagem: Membros do projeto Celo Alliance.

Celo x Libra  

O projeto Celo, hoje com 75 membros, é uma plataforma de contratos inteligentes baseado na Ethereum que usa o algoritmo de consenso proof-of-stake e alimentado pelo token Celo Gold (cGLD).
É descrito como um protocolo aberto, criptografado e distribuído, criado para interagir com uma família de criptomoedas, incluindo as lastreadas a moedas fiduciárias como o dólar estadunidense.
No início do ano, Chuck Kimble, chefe de Parcerias Estratégicas da Celo, disse que havia uma similaridade com a Libra:
“Ambos queremos ajudar a criar prosperidade, mas creio que existem muitas diferenças. O nosso projeto é um coletivo completamente descentralizado de empresas com missões alinhadas. Não existe um órgão central e governante para determinar como Celo irá evoluir, e as pessoas serão capazes de votar sobre a evolução do projeto”, declarou.
Contudo, no mês passado a Associação Libra anunciou o abandono do plano original da criptomoeda do Facebook, e o projeto foi redesenhado devido à pressão regulatória pelo medo do potencial da stablecoin.
Agora, a Libra será vinculada a moedas nacionais individuais e supervisionada por autoridades globais, de acordo com o comunicado.
“Estamos mantendo a arquitetura de uma Libra de múltiplas moedas, mas fundamentalmente diferente e simplificada em relação ao plano original”

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Surge uma criptomoeda governamental

No meio da crise da Covid-19 surge a primeira criptomoeda governamental, o e-renminbi (e-RMB). Havia muito tempo já se especulava se as moedas virtuais não seriam mais cedo ou mais tarde adotadas por Estados nacionais.
Esse momento chegou. A China lançou na semana passada e está expandindo testes com esse ativo virtual, vinculado à moeda chinesa e operado pelo banco central do país.
Cidades como Pequim, Chengdu e Shenzhen são algumas das primeiras a atuar no projeto. Por exemplo, funcionários públicos dessas cidades vão começar a receber salários na nova moeda virtual a partir de maio. Um aplicativo específico de carteira virtual é utilizado para fazer transações.
No entanto, a facilidade de uso é total. Isso ocorre porque na China a maioria dos pagamentos já é hoje digital. Tudo se paga pelo celular.
Moradores de rua, por exemplo, carregam placas com seu código QR, porque sabem que o celular é a única forma de receberem um auxílio (quase ninguém carrega dinheiro em papel). Só que esses pagamentos digitais ainda eram atrelados ao dinheiro convencional. A ideia é que agora possam funcionar também com base na nova moeda virtual.
Tudo isso contrasta fortemente com a situação do Brasil, país em que 1 de cada 3 adultos não tem sequer conta bancárias. As imagens de pessoas dormindo nas ruas em longas filas na porta de agências da Caixa para tentar receber o auxílio emergencial dão conta do tamanho da calamidade que a exclusão financeira provoca.
Países como a Índia e a China promoveram, nos últimos dez anos, um processo de bancarização gigantesco. O Brasil ignorou essa questão e agora paga um preço enorme por isso, cobrado em vidas.
Com a nova moeda virtual, a China aprofunda a digitalização da sua economia, com possíveis repercussões globais.
É curioso notar que o que acelerou a moeda virtual do país foi justamente a publicação pelo Facebook do seu projeto chamado Libra. No projeto, a empresa propunha criar uma moeda virtual global, que poderia servir de alternativa monetária ao dólar.
Lançado com grandes expectativas, o projeto do Facebook acabou paralisado. Produz agora um efeito concreto, de ter impulsionado a China a correr e tomar uma iniciativa similar, não em nome de uma empresa, mas sim de um país.
A medida é também um movimento preventivo contra a crescente politização do dólar. A moeda americana vem sendo progressivamente utilizada como instrumento de política externa. Em 2019, empresas europeias foram ameaçadas de exclusão do sistema de compensação internacional do dólar pela rede Swift por estarem vendendo para o Irã.
Para se precaver desse movimento, a expectativa é que o e-RMB seja um passo na criação de outro sistema de transações monetárias internacionais que não precise da rede Swift (criada em 1973) para serem completadas. Em vez dessa rede, adota-se estrutura baseada em blockchain, de aplicação global. Só que, em vez de atrelar-se à imprevisibilidade de várias criptomoedas, vincula-se a uma moeda fiduciária emitida por um Estado nacional.
Esse pequeno passo pode ser o bater de asas da borboleta capaz de influenciar o curso natural das coisas e provocar um furacão do outro lado do mundo.

READER

Já era Achar que criptomoeda é coisa de maluco
Já é Explosão de criptomoedas autônomas, como bitcoin, ether e lumen
Já vem A corrida das criptomoedas estatais, em que o vencedor leva tudo
Ronaldo Lemos
Advogado, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/

domingo, 3 de maio de 2020

Empresa britânica de pagamentos se une a Libra do Facebook



Depois de voltar a ganhar força e relevância este ano, a Libra, criptomoeda proposta pelo Facebook, voltou a chamar a atenção do mundo. Assim, várias empresas que mostraram interesse em seu desenvolvimento voltaram a acreditar nela.
Agora foi a vez da empresa britânica de pagamentos, Checkout.com, anunciar que é a mais nova integrante da Libra Association, dedicada ao ativo digital.
Localizada em Londres, a companhia afirmou em comunicado que acredita no fato da Libra ser capaz de trazer inclusão financeira a bilhões de pessoas sem conta bancária ao redor do mundo.
A rede social não perdeu tempo em saudar e agradecer o mais novo membro da associação, que agora soma 24 entidades e empresas. A Checkout.com afirmou ainda sua intenção de melhorar os negócios em escala global, diminuindo distâncias e ampliando resultados.
De acordo com o CEO da companhia, Guillaume Pousaz, a empresa sempre teve interesse na tecnologia blockchain. Em sua opinião, no entanto, é preciso que haja uma estrutura regulatória robusta para garantir que este recurso possa ser adotado em larga escala.
Assim sendo, para ele há um compartilhamento de visão e ideais entre a Checkout.com e a Libra Association. Isto porque abas querem alavancar o blockchain em escala global para um bem maior.

Perspectivas interessantes após um período conturbado

Originalmente, 28 membros fundadores faziam parte da Libra Association, dedicada a criar a criptomoeda. Porém, com o passar do tempo o Facebook encontrou diversos empecilhos por parte de governos e políticas de regulação para consolidar seu projeto.
Isto acabou fazendo com que integrantes de peso abandonassem a associação, como a Visa, Mastercard, e-Bay, Stripe, Vodafone e Booking Holdings. Mas isto não foi o suficiente para desistir da ideia.
Neste ano, a associação reformulou seus documentos, incluindo medidas estruturais capazes de deixar os reguladores globais satisfeitos.
Assim, a ideia é de que a nova versão da seja capaz de englobar diferentes stablecoins de outras moedas fiduciárias, além de ser uma stablecoin múltipla. Como resultado, surgiram novos interessados em apoiar o projeto.
Entre eles está a gigante Shopify, a ONG Heifer International e a Exchange Tagomi. E mesmo que a reformulação na estrutura da Libra ainda não seja garantia de que aceite pelos reguladores, as perspectivas são bastante positivas.
No que depender do Facebook e da Libra Association, a medida será capaz de acelerar o lançamento da moeda global, e finalmente conseguir colocar em prática este ambicioso projeto.